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Soluções · Por objetivo

Validação pós-remediação

Depois de corrigir uma vulnerabilidade, a pergunta certa é: ficou mesmo resolvida? A DIANA reexecuta a exploração e prova-o com evidência.

O problema

Marcar um achado como "corrigido" não é o mesmo que confirmar que deixou de ser explorável. Sem revalidação, o risco fica em aberto.

O que a DIANA entrega
  • Reexecução dirigida da exploração no ativo corrigido
  • Confirmação com evidência reproduzível de que a falha deixou de ser explorável
  • Fecho auditável do ciclo descoberta → exploração → remediação → validação
Em simples

Depois de corrigir uma falha, a pergunta certa é simples: ficou mesmo resolvida? A DIANA volta a testar a correção e prova, com evidência, se a falha deixou de ser explorável, em vez de confiar que sim.

Termos que não conhece? Ver glossário →
Porque revalidar

Corrigido não é o mesmo que deixou de ser explorável.

Marcar um achado como corrigido fecha o ticket, mas não prova nada. A correção pode estar incompleta, pode ter sido aplicada no sítio errado, ou pode ter aberto uma regressão noutro ponto do sistema.

Não é uma suspeita, é um padrão medido. Um estudo de larga escala de mais de quatro mil correções de segurança encontrou cerca de 7% incompletas e 5% a introduzir regressões1, e uma análise recente de mais de oito mil correções reportadas concluiu que aproximadamente uma em cada dez não elimina de facto a falha2. Sem revalidação, esse risco fica em aberto e ninguém o sabe.

A DIANA reexecuta a exploração no ativo corrigido e confirma, com evidência reproduzível, que a falha deixou de ser explorável. O ciclo descoberta, exploração, remediação e validação fecha-se de forma auditável, não por confiança.

Exploração reexecutada no ativo corrigido

A DIANA repete o caminho de ataque no ativo já corrigido para confirmar que deixou de funcionar.

1 em 10 Correções reportadas que não eliminam a falha (estudo)
< 1 dia Do fecho da correção à revalidação
100% Revalidações com evidência reproduzível
0 Achados fechados sem prova
Um exemplo

A sua equipa corrige uma vulnerabilidade e fecha o pedido. Semanas depois, um atacante explora-a na mesma, porque a correção estava incompleta. Com a DIANA, a correção é reexecutada e validada logo a seguir: ou se confirma que resolveu, ou se reabre com a prova de que ainda não.

O ciclo

Do achado ao fecho validado.

Sim

Não

Achado validado

Remediação

Reexecução da exploração

Ainda explorável?

Fecho validado

O que muda, em números

Confirmar a correção, não assumi-la.

Correções confirmadas como eliminadas Com revalidação DIANAAssumidas corrigidas

Sem revalidação, cerca de uma em cada dez correções continua explorável, o arco exterior é a DIANA. Números ilustrativos.

Tempo até confirmar que a correção resolveu
Só na próxima auditoria 365 dias
Reteste agendado ~30 dias
Reteste manual ad-hoc ~7 dias
DIANA < 1 dia

Quanto mais tarde se revalida, mais tempo a falha, se persistir, fica explorável.

Soberania de dados

Onde corre a inteligência artificial da DIANA

O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.

Portugal · UE
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Isto pode danificar ou parar os meus sistemas?

Não. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.

Isto é legal? Não é "hacking"?

É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.

Não basta o meu técnico confirmar que corrigiu?

Marcar como corrigido fecha o pedido, mas não prova que a falha deixou de funcionar. Estudos mostram que cerca de uma em cada dez correções não elimina de facto o problema. A DIANA testa a correção outra vez e mostra a prova.

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.

Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.

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