Supervisão humana
As ações sensíveis param e aguardam aprovação de uma pessoa. A IA propõe e executa; a decisão de maior impacto é humana.
O AI Act define como a inteligência artificial pode ser usada na Europa. Porque a DIANA corre os seus modelos localmente, em Portugal, os princípios de supervisão humana, rastreabilidade e governação de dados são cumpridos por desenho, não por promessa.
O AI Act, o Regulamento (UE) 2024/1689, é a primeira lei abrangente do mundo sobre inteligência artificial. Entrou em vigor a 1 de agosto de 2024 e aplica-se de forma faseada. Classifica os sistemas de IA por risco: risco inaceitável (proibido), alto risco, risco limitado (com deveres de transparência) e risco mínimo.
A DIANA é, ela própria, um sistema de IA. Não se enquadra, à partida, nas categorias de alto risco do Anexo III (que abrangem áreas como biometria, infraestruturas críticas, emprego ou migração). Ainda assim, é construída segundo os mesmos princípios que o regulamento promove.
Muitas ferramentas de IA enviam os seus dados para modelos de uso geral (GPAI) de terceiros, muitas vezes fora da UE. A DIANA não. O agente de IA, o modelo de linguagem e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal.
As ações sensíveis param e aguardam aprovação de uma pessoa. A IA propõe e executa; a decisão de maior impacto é humana.
Trilho de auditoria imutável de cada ação, com contexto, autor e timestamp, exportável para o SIEM.
Os dados e o processamento ficam em Portugal, sob o controlo da organização, e nada é tocado fora do âmbito autorizado.
Cada achado é provado com evidência reproduzível. As ações são explicáveis, não uma caixa preta.
A validação por exploração confirma o que é real e elimina falsos positivos, num ambiente controlado.
A operação decorre sempre dentro de um âmbito autorizado e acordado, com controlo total do cliente.
Ao contrário das plataformas estrangeiras, a DIANA mantém os seus dados dentro de fronteiras europeias e sob o seu controlo. Uma diferença que importa a quem responde perante reguladores e administração.
Enquadramento informativo, não constitui aconselhamento jurídico. O AI Act aplica-se de forma faseada e a classificação concreta de qualquer sistema deve ser validada com o seu departamento legal e de compliance. Fonte dos prazos: texto do Regulamento (UE) 2024/1689.
Ver todos os enquadramentos de conformidade →Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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