Descoberta
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- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
Substitua a avaliação pontual por testes de intrusão que correm em contínuo — a superfície muda todos os dias, a validação também deve mudar.
Um pentest anual produz um relatório que começa a envelhecer no dia seguinte. Entre ciclos, novos serviços entram em produção e surgem novas exposições que passam despercebidas.
Em vez de contratar um teste de segurança uma vez por ano, a DIANA testa a sua empresa de forma contínua, todos os dias. Mostra, com provas, o que um atacante conseguiria realmente fazer neste momento, e não numa fotografia já antiga.
Termos que não conhece? Ver glossário →Um teste de intrusão pontual descreve a sua exposição num único instante. No dia seguinte esse retrato começa a envelhecer: entram serviços novos, publicam-se alterações e expõem-se integrações, e cada mudança abre uma janela que ninguém validou.
O problema é estrutural, não de execução. A investigação sobre o ciclo de vida das vulnerabilidades mostra que os sistemas permanecem exploráveis muito depois de existir uma correção disponível1, e que, em larga escala, o exploit está frequentemente ao alcance de um atacante antes de a correção chegar a produção2. Entre avaliações anuais, essa janela fica simplesmente aberta.
O pentest contínuo da DIANA fecha essa janela. Em vez de uma fotografia por ano, mantém um ciclo permanente de descoberta, exploração validada e priorização sobre toda a superfície externa e interna. Cada achado é provado por exploração real, dentro do âmbito autorizado, com evidência reproduzível e trilho de auditoria exportável para o SIEM.
E porque nem todas as falhas pesam o mesmo, a priorização segue a probabilidade real de exploração, e não apenas a severidade teórica3. O resultado não é mais uma lista de vulnerabilidades por confirmar, é uma leitura sempre atual do que um atacante conseguiria mesmo fazer, hoje.
Cada ponto é um ativo exposto. As exposições surgem a vermelho e são validadas em contínuo (verde).
Numa sexta-feira à tarde, a sua equipa publica um novo servidor para um cliente. Num teste anual, essa exposição ficaria por validar durante meses. Com a DIANA, o novo servidor é descoberto e testado no próprio dia; se for explorável, recebe o alerta com a prova antes de alguém o aproveitar.
O pentest anual valida no mês 0 e só volta a validar 12 meses depois, por isso a cobertura cai a cada semana que passa. Números ilustrativos.
Quanto menor a janela, menor o tempo em que um atacante pode explorar algo que ainda ninguém validou. A DIANA reduz essa janela a horas.
O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.
Portugal · UENão. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.
É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.
Não. A DIANA faz o trabalho técnico e entrega os resultados já priorizados e com evidência. Se tiver equipa de segurança, ela recebe achados prontos a agir; se não tiver, fica com uma leitura clara do que corrigir primeiro.
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Provar
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.
Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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