Descoberta
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- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
Dê ao SOC informação real sobre a exposição — não mais alertas, mas achados validados e caminhos de ataque que afinam a deteção.
As equipas de deteção afogam-se em alertas sem contexto. Saber quais caminhos são realmente exploráveis foca o esforço onde importa.
As equipas de defesa recebem milhares de alertas, quase todos falsos. A DIANA dá-lhes menos ruído e mais sinal: caminhos de ataque já confirmados como reais, para focarem o esforço no que importa.
Termos que não conhece? Ver glossário →As equipas de deteção afogam-se em alertas sem contexto. Saber quais caminhos são realmente exploráveis foca o esforço onde importa, em vez de perseguir ruído.
A dimensão do problema está medida: um estudo qualitativo com analistas de SOC descreve taxas de falsos positivos que chegam a esmagadores 99%1, e a investigação mostra que a triagem automática por proveniência pode reduzir o volume de falsos alarmes em cerca de 86%2. O que falta ao SOC não são mais alertas, é contexto validado.
A DIANA entrega caminhos de ataque validados para priorizar deteção e resposta, evidência técnica que confirma (ou expõe lacunas) nos controlos, e integração com o SIEM e as ferramentas de resposta.
Cada caminho validado indica ao SOC onde a deteção tem de ser mais forte.
A equipa de segurança recebe centenas de alertas por dia e não consegue investigar todos. A DIANA entrega-lhes um punhado de caminhos de ataque já validados como reais, com a prova, para saberem exatamente onde reforçar a deteção primeiro.
A esmagadora maioria dos alertas não é uma ameaça real. Caminhos validados dizem ao SOC onde olhar. Números ilustrativos.
Priorizar pelo que é realmente explorável reduz drasticamente o ruído que o analista tem de filtrar.
O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.
Portugal · UENão. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.
É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.
Sim. A DIANA integra com o SIEM (a consola onde a equipa de segurança junta os alertas) e com as ferramentas de resposta, alimentando-as com achados validados e contexto.
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Provar
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.
Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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