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- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
Demonstre que a organização testa a sua segurança de forma contínua e controlada — com o registo auditável que a regulação exige.
A conformidade exige mais do que políticas: exige prova de que os controlos são testados e funcionam. Avaliações pontuais não a sustentam ao longo do tempo.
Cumprir a regulação exige provar que a segurança é testada e funciona, e não só ter políticas escritas. A DIANA produz essa prova de forma contínua e organizada, pronta para mostrar a auditores e reguladores.
Termos que não conhece? Ver glossário →A conformidade exige mais do que políticas: exige prova de que os controlos são testados e funcionam. Avaliações pontuais não a sustentam ao longo do tempo.
É o princípio da auditoria contínua, estabelecido há décadas na investigação de sistemas de informação1 e validado em implementações reais de monitorização contínua de controlos em ambiente empresarial2: a garantia credível vem de evidência permanente e automatizada, não de uma verificação anual.
A DIANA produz um trilho de auditoria completo de cada ação, com contexto e timestamp, mapeado para NIS2 e ISO 27001, e relatórios e evidências prontos para auditores, o ano inteiro.
Cada controlo testado fica registado, formando prova contínua de diligência.
Um regulador pede prova de que a empresa testa regularmente a sua segurança. Em vez de uma avaliação isolada do ano passado, a DIANA apresenta um registo contínuo: cada teste, cada resultado e cada correção, com data e contexto, mapeado para NIS2 e ISO 27001.
Entre auditorias, a prova de que um controlo funciona vai-se desatualizando. Números ilustrativos.
Reguladores e auditores valorizam evidência atual e contínua, não uma fotografia isolada.
O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.
Portugal · UENão. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.
É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.
A DIANA produz a evidência e o trilho de auditoria que apoiam vários requisitos da NIS2 e da ISO/IEC 27001. Não substitui a certificação, mas dá-lhe a prova de diligência contínua que elas exigem.
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Provar
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.
Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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