Descoberta
Encontrar
- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
A DIANA descobre a sua superfície de ataque e prova, explorando, o que é realmente explorável — em contínuo, dentro de um âmbito autorizado e com aprovação humana nas ações sensíveis. Tecnologia soberana: empresa portuguesa, dados em Portugal e na UE.
Avaliações anuais ou trimestrais deixam janelas longas em que novas exposições passam despercebidas.
A dependência de peritos ofensivos limita a frequência e a cobertura dos testes de intrusão.
Cloud, APIs e novos serviços alteram a exposição diariamente — um retrato estático fica desatualizado.
Os scanners encontram vulnerabilidades potenciais, mas não as exploram. Listas sem prova de exploração geram ruído e dificultam a priorização do que é realmente crítico.
A diretiva alarga as obrigações de cibersegurança a mais setores e responsabiliza diretamente a gestão de topo. Testar a segurança de forma pontual deixou de chegar — é preciso avaliação contínua e prova documentada.
A DIANA descobre a superfície de ataque e valida-a por exploração controlada — duas fases distintas que transformam testes de intrusão num processo rápido, rastreável e orientado a evidências. A autonomia da IA não elimina o controlo humano: cada ação é limitada pelo âmbito, registada e alinhada com as regras da organização.
Encontrar
Provar
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.
Ativos, limites e regras autorizadas pela organização.
A IA mapeia ativos e serviços e traça os caminhos de ataque possíveis.
Confirma exploração real com evidência técnica — só o que é mesmo explorável.
Ordena por impacto e explorabilidade no contexto.
Relatórios prontos para técnicos e decisores.
Acesso prioritário à plataforma, acompanhamento direto da equipa de engenharia da CYBERS3C e condições de fundador. Vagas limitadas por setor.
Candidatar a minha organizaçãoExemplo ilustrativo: substituir uma avaliação anual por testes contínuos pode multiplicar a cobertura pela mesma ordem de verba — falámos dos seus números na demonstração.
Calcular com os seus númerosAutonomia com governação: âmbito contratualizado, aprovação humana e trilho de auditoria completo.
Cobertura contínua, externa e interna.
Confirme que a correção resolveu.
Prepare evidências antes da auditoria.
Web, APIs e serviços expostos.
Mapeie o que o atacante vê.
Cobertura em cloud e on-prem.
Alimente deteção e resposta.
Amplie a equipa ofensiva.
Avalie o risco de fornecedores.
Encontrar (descoberta) é identificar uma vulnerabilidade potencial — é o que um scanner faz, de forma automática e não-destrutiva. Explorar é ir mais longe: executar o ataque controlado para confirmar que a falha é realmente explorável, com evidência reproduzível. A DIANA faz as duas coisas — e trata a exploração como a ação sensível que é: só dentro do âmbito autorizado e, nos passos de maior impacto, com aprovação humana.
A descoberta corre em contínuo e é não-destrutiva. A exploração — o passo intrusivo — opera apenas dentro de um âmbito autorizado, com regras definidas antes de cada execução; as ações de maior impacto param e aguardam aprovação humana. Nada é explorado fora do que foi acordado.
O âmbito, os limites e o nível de intrusão são definidos por si. Passos sensíveis exigem confirmação da equipa e podem ser restringidos a janelas e condições específicas, com exclusão de ativos críticos.
Sim. Além da superfície externa, a DIANA realiza pentest interno através de uma sonda leve instalada no ambiente do cliente, sob o controlo da organização. A sonda permite descobrir e validar exposição a partir de dentro — segmentação, movimento lateral, escalada de privilégios — com o mesmo modelo de âmbito autorizado e aprovação humana das ações sensíveis.
A DIANA é tecnologia soberana: empresa portuguesa, com dados alojados em Portugal e na UE. A execução é autorizada, delimitada e os dados permanecem sob o controlo da organização.
A NIS2 exige gestão de risco contínua, responsabilização da gestão de topo e prova de diligência. A DIANA fornece testes recorrentes, relatórios para decisores e um trilho de auditoria completo de cada ação.
Não. A DIANA amplifica a equipa: automatiza a descoberta e a validação, e deixa as decisões sensíveis com pessoas. Alimenta o SOC e o Blue Team com achados já validados e priorizados.
Cada vulnerabilidade é confirmada com validação técnica e evidência — não é uma lista de possibilidades de um scanner. Recebe prova reproduzível e contexto de impacto para priorizar.
Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
Cookies & privacidade
Usamos apenas cookies essenciais ao funcionamento do site e, com o seu consentimento, análise de tráfego sem cookies (Plausible, alojada na UE) para melhorar a experiência. Não há rastreamento publicitário. Saiba mais na Política de Cookies.