Agendar demonstração
Pentest autónomo com IA, desenvolvido em Portugal

Pentest autónomo.
Controlado por humanos.

A DIANA descobre a sua superfície de ataque e prova, explorando, o que é realmente explorável — em contínuo, dentro de um âmbito autorizado e com aprovação humana nas ações sensíveis. Tecnologia soberana: empresa portuguesa, dados em Portugal e na UE.

Alinhado com ISO 27001 & NIS2 Trilho de auditoria completo Dados sob o seu controlo
Ameaças · tempo real
Empresa portuguesa
Dados em Portugal / UE
Suporte em português
Alinhado com NIS2 e ISO 27001
O problema

Os pentests tradicionais já não acompanham a velocidade do risco.

Testes pontuais e demorados

Avaliações anuais ou trimestrais deixam janelas longas em que novas exposições passam despercebidas.

Equipas especializadas escassas

A dependência de peritos ofensivos limita a frequência e a cobertura dos testes de intrusão.

Superfícies em constante mudança

Cloud, APIs e novos serviços alteram a exposição diariamente — um retrato estático fica desatualizado.

Encontrar não é provar

Os scanners encontram vulnerabilidades potenciais, mas não as exploram. Listas sem prova de exploração geram ruído e dificultam a priorização do que é realmente crítico.

Conformidade · NIS2

A NIS2 mudou o que se espera de si.

A diretiva alarga as obrigações de cibersegurança a mais setores e responsabiliza diretamente a gestão de topo. Testar a segurança de forma pontual deixou de chegar — é preciso avaliação contínua e prova documentada.

dias desde que a NIS2 é aplicável na UE (17 de outubro de 2024). O seu próximo pentest anual chega a tempo?
Ver como a DIANA apoia a NIS2
A NIS2 exige Gestão de risco contínua
A DIANA entrega Testes de intrusão recorrentes, não avaliações anuais.
A NIS2 exige Responsabilidade da administração
A DIANA entrega Relatórios e evidências prontos para decisores.
A NIS2 exige Deteção e resposta
A DIANA entrega Achados validados que alimentam o SOC e o Blue Team.
A NIS2 exige Prova de diligência
A DIANA entrega Trilho de auditoria completo de cada ação executada.
A solução

Pentest contínuo, autónomo e supervisionado.

A DIANA descobre a superfície de ataque e valida-a por exploração controlada — duas fases distintas que transformam testes de intrusão num processo rápido, rastreável e orientado a evidências. A autonomia da IA não elimina o controlo humano: cada ação é limitada pelo âmbito, registada e alinhada com as regras da organização.

10×
mais frequência de teste
100%
das ações registadas e auditáveis
24/7
cobertura contínua, externa e interna
Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.

Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.

Como funciona

Da exposição à evidência, em minutos.

01

Define o âmbito

Ativos, limites e regras autorizadas pela organização.

02Descoberta

Descobre a exposição

A IA mapeia ativos e serviços e traça os caminhos de ataque possíveis.

03Exploração

Explora e valida

Confirma exploração real com evidência técnica — só o que é mesmo explorável.

04

Prioriza o risco

Ordena por impacto e explorabilidade no contexto.

05

Gera evidências

Relatórios prontos para técnicos e decisores.

2 fases
descobrir e provar: só reporta o que é realmente explorável
100%
das ações registadas num trilho de auditoria completo
Humana
aprovação explícita antes de qualquer ação sensível
PT · UE
dados processados em Portugal e na União Europeia
Programa de primeiros clientes

Estamos a selecionar as primeiras organizações.

Acesso prioritário à plataforma, acompanhamento direto da equipa de engenharia da CYBERS3C e condições de fundador. Vagas limitadas por setor.

Candidatar a minha organização
Desenhada para setores regulados
Banca & segurosSaúdeSetor públicoRetalhoTecnologia
Diferenciação

Mais do que um scanner. Menos dependente de ciclos manuais.

Pentest tradicional
Scanners automáticos
Recomendado DIANA
Frequência
Anual ou trimestral
Contínua
Contínua ou on-demand
Descoberta (encontrar)
Manual
Automática
Automática e contínua
Exploração (provar)
Manual, quando existe
Não explora
Explora e valida, com evidências
Falsos positivos
Baixos, a custo alto
Elevados
Filtrados por validação
Contexto de impacto
Depende do perito
Ausente
Cadeias de ataque completas
Auditabilidade
Relatório final
Logs de scan
Trilho completo de cada ação
Supervisão humana
Total
Nenhuma
Aprovação nas ações sensíveis
Retorno

O custo de não testar é maior do que o de testar.

Pentest tradicional pontual
  • 1 a 2 avaliações por ano
  • Resultados em semanas
  • Custo fixo elevado por ciclo
  • Retrato desatualiza em dias
DIANA
  • Contínuo ou on-demand
  • Achados validados em horas
  • Fração do custo por ciclo
  • Cobertura sempre atual

Exemplo ilustrativo: substituir uma avaliação anual por testes contínuos pode multiplicar a cobertura pela mesma ordem de verba — falámos dos seus números na demonstração.

Calcular com os seus números
Segurança & governação

Autonomia com governação: âmbito contratualizado, aprovação humana e trilho de auditoria completo.

Ver como controla a DIANA
Casos de uso

Uma plataforma, muitos programas de segurança.

Pentest recorrente

Cobertura contínua, externa e interna.

Validação pós-remediação

Confirme que a correção resolveu.

Pré-auditoria

Prepare evidências antes da auditoria.

Segurança aplicacional

Web, APIs e serviços expostos.

Exposição externa

Mapeie o que o atacante vê.

Cloud e ambientes híbridos

Cobertura em cloud e on-prem.

Apoio a SOC e Blue Team

Alimente deteção e resposta.

Red Team support

Amplie a equipa ofensiva.

Terceiros e supply chain

Avalie o risco de fornecedores.

Perguntas frequentes

As dúvidas que um CISO coloca primeiro.

Qual a diferença entre encontrar e explorar uma vulnerabilidade?

Encontrar (descoberta) é identificar uma vulnerabilidade potencial — é o que um scanner faz, de forma automática e não-destrutiva. Explorar é ir mais longe: executar o ataque controlado para confirmar que a falha é realmente explorável, com evidência reproduzível. A DIANA faz as duas coisas — e trata a exploração como a ação sensível que é: só dentro do âmbito autorizado e, nos passos de maior impacto, com aprovação humana.

É seguro correr uma IA ofensiva na nossa rede?

A descoberta corre em contínuo e é não-destrutiva. A exploração — o passo intrusivo — opera apenas dentro de um âmbito autorizado, com regras definidas antes de cada execução; as ações de maior impacto param e aguardam aprovação humana. Nada é explorado fora do que foi acordado.

A DIANA pode afetar sistemas em produção?

O âmbito, os limites e o nível de intrusão são definidos por si. Passos sensíveis exigem confirmação da equipa e podem ser restringidos a janelas e condições específicas, com exclusão de ativos críticos.

A DIANA também testa a rede interna?

Sim. Além da superfície externa, a DIANA realiza pentest interno através de uma sonda leve instalada no ambiente do cliente, sob o controlo da organização. A sonda permite descobrir e validar exposição a partir de dentro — segmentação, movimento lateral, escalada de privilégios — com o mesmo modelo de âmbito autorizado e aprovação humana das ações sensíveis.

Onde ficam os nossos dados?

A DIANA é tecnologia soberana: empresa portuguesa, com dados alojados em Portugal e na UE. A execução é autorizada, delimitada e os dados permanecem sob o controlo da organização.

Como é que isto se relaciona com a NIS2?

A NIS2 exige gestão de risco contínua, responsabilização da gestão de topo e prova de diligência. A DIANA fornece testes recorrentes, relatórios para decisores e um trilho de auditoria completo de cada ação.

Substitui a nossa equipa de segurança?

Não. A DIANA amplifica a equipa: automatiza a descoberta e a validação, e deixa as decisões sensíveis com pessoas. Alimenta o SOC e o Blue Team com achados já validados e priorizados.

Como sabemos que um achado é real?

Cada vulnerabilidade é confirmada com validação técnica e evidência — não é uma lista de possibilidades de um scanner. Recebe prova reproduzível e contexto de impacto para priorizar.

Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.