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Soluções · Por objetivo

Pentest interno

Uma sonda leve, instalada no seu ambiente e sob o seu controlo, testa a rede interna como um atacante que já entrou — dentro do âmbito autorizado.

O problema

A maioria dos programas valida apenas o que está exposto à internet. Mas grande parte dos incidentes evolui dentro da rede: quem entra raramente encontra resistência a mover-se lateralmente até aos ativos críticos.

O que a DIANA entrega
  • Sonda instalada no cliente, sob o controlo da organização
  • Descoberta e validação internas: segmentação, movimento lateral, escalada de privilégios
  • O mesmo modelo de controlo: âmbito autorizado e aprovação humana nas ações sensíveis
  • Evidência e trilho de auditoria unificados com o teste externo
Em simples

A maioria dos testes só verifica o que está virado para a internet. A DIANA testa também a rede interna, como se fosse um atacante que já conseguiu entrar, para ver até onde conseguiria chegar.

Termos que não conhece? Ver glossário →
Porque o interior importa

A rede interna testada a partir de dentro.

A maioria dos programas valida apenas o que está exposto à internet. Mas grande parte dos incidentes evolui dentro da rede: quem entra raramente encontra resistência a mover-se lateralmente até aos ativos críticos.

O movimento lateral é o padrão dominante dos ataques reais e pode ser modelado a partir dos grafos de autenticação da organização1. Décadas antes, a investigação já formalizava a geração automática de grafos de ataque que encadeiam exploits em vários passos até um objetivo2. É esse encadeamento que um pentest só de perímetro nunca vê.

Através de uma sonda leve, instalada no seu ambiente e sob o seu controlo, a DIANA testa a rede interna como um atacante que já entrou: segmentação, movimento lateral e escalada de privilégios, sempre dentro do âmbito autorizado e com aprovação humana nas ações sensíveis.

Movimento lateral até aos ativos críticos

A sonda mapeia e valida caminhos internos, do primeiro acesso aos dados críticos.

On-prem Sonda sob o controlo do cliente
Lateral Segmentação e escalada testadas
100% Ações sensíveis com aprovação humana
Unificado Trilho comum com o teste externo
Um exemplo

Um colaborador clica num email malicioso e o atacante entra num computador comum. A pergunta é: consegue daí saltar para o servidor onde estão os dados dos clientes? A DIANA, a partir de uma sonda instalada na sua rede, testa exatamente esse percurso e mostra onde o travar.

O ciclo

Do primeiro acesso aos ativos críticos.

Acesso inicial

Sonda interna

Movimento lateral

Escalada de privilégios

Ativos críticos

Aprovação humana

O que muda, em números

O que o perímetro nunca testa.

Caminhos internos testados DIANA (interno contínuo)Só perímetro

Um programa só de perímetro deixa o interior quase por testar, o arco exterior é a DIANA. Números ilustrativos.

Cobertura da rede interna Proporção de caminhos internos realmente testados
Só perímetro (externo) ~0%
Pentest interno anual ~40%
DIANA (contínuo) ~95%

Testar a partir de dentro revela os caminhos que um atacante usaria depois de entrar.

Soberania de dados

Onde corre a inteligência artificial da DIANA

O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.

Portugal · UE
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Isto pode danificar ou parar os meus sistemas?

Não. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.

Isto é legal? Não é "hacking"?

É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.

O que é a "sonda" que instalam na minha rede?

É um componente leve, instalado no seu ambiente e sob o seu controlo, que permite à DIANA testar a rede por dentro. Fica sempre dentro do âmbito autorizado e pode ser removido a qualquer momento.

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.

Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.

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Demonstração personalizada

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