Descoberta
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- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
Uma sonda leve, instalada no seu ambiente e sob o seu controlo, testa a rede interna como um atacante que já entrou — dentro do âmbito autorizado.
A maioria dos programas valida apenas o que está exposto à internet. Mas grande parte dos incidentes evolui dentro da rede: quem entra raramente encontra resistência a mover-se lateralmente até aos ativos críticos.
A maioria dos testes só verifica o que está virado para a internet. A DIANA testa também a rede interna, como se fosse um atacante que já conseguiu entrar, para ver até onde conseguiria chegar.
Termos que não conhece? Ver glossário →A maioria dos programas valida apenas o que está exposto à internet. Mas grande parte dos incidentes evolui dentro da rede: quem entra raramente encontra resistência a mover-se lateralmente até aos ativos críticos.
O movimento lateral é o padrão dominante dos ataques reais e pode ser modelado a partir dos grafos de autenticação da organização1. Décadas antes, a investigação já formalizava a geração automática de grafos de ataque que encadeiam exploits em vários passos até um objetivo2. É esse encadeamento que um pentest só de perímetro nunca vê.
Através de uma sonda leve, instalada no seu ambiente e sob o seu controlo, a DIANA testa a rede interna como um atacante que já entrou: segmentação, movimento lateral e escalada de privilégios, sempre dentro do âmbito autorizado e com aprovação humana nas ações sensíveis.
A sonda mapeia e valida caminhos internos, do primeiro acesso aos dados críticos.
Um colaborador clica num email malicioso e o atacante entra num computador comum. A pergunta é: consegue daí saltar para o servidor onde estão os dados dos clientes? A DIANA, a partir de uma sonda instalada na sua rede, testa exatamente esse percurso e mostra onde o travar.
Um programa só de perímetro deixa o interior quase por testar, o arco exterior é a DIANA. Números ilustrativos.
Testar a partir de dentro revela os caminhos que um atacante usaria depois de entrar.
O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.
Portugal · UENão. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.
É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.
É um componente leve, instalado no seu ambiente e sob o seu controlo, que permite à DIANA testar a rede por dentro. Fica sempre dentro do âmbito autorizado e pode ser removido a qualquer momento.
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Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.
Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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