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Como funciona

Da exposição
à evidência.

Cinco passos, um ciclo contínuo. A DIANA descobre a sua superfície de ataque, confirma o que é realmente explorável e entrega prova — sempre dentro de um âmbito autorizado e sob supervisão humana.

Percorra o processo
Passo 01

Define o âmbito

Ativos, limites e regras são autorizados pela organização. Ativos críticos podem ser excluídos e o nível de intrusão é seu — nada acontece fora do combinado.

Âmbito autorizado
Passo 02Descoberta

Descobre a exposição

A IA encontra ativos e serviços e traça os caminhos de ataque possíveis. Uma fotografia viva da sua superfície real, não um retrato estático de há meses.

Mapa de caminhos de ataque · 3D
Passo 03Exploração

Explora e valida

Explora a falha para confirmar exploração real, com evidência técnica. Sem ruído de scanner: só o que é mesmo explorável chega à sua equipa, com prova reproduzível.

$ diana validate /orders?id=1'
→ payload ' OR 1=1 --
→ resposta 200 · 1.482 registos
EXPLORÁVEL · evidência #E-88
Passo 04

Prioriza o risco

Ordena por impacto e explorabilidade no contexto do seu negócio. Vê primeiro aquilo que um atacante veria primeiro.

Crítica
3
Alta
9
Média
17
Baixa
11
Passo 05

Gera evidências

Relatórios prontos para técnicos e decisores, com trilho de auditoria de cada ação. Da descoberta à prova, em minutos.

PDF Relatório de evidências
De onde testa

Do exterior e do interior — a mesma operação.

Um atacante não escolhe só a porta da frente. A DIANA valida a exposição a partir dos dois lados, com o mesmo âmbito autorizado, a mesma aprovação humana e um único trilho de evidências.

Do exterior

A superfície exposta à internet — domínios, serviços, aplicações — vista como um atacante externo a vê. Sem instalar nada: a descoberta e a validação correm a partir de fora.

  • Descoberta contínua da superfície externa
  • Validação dos pontos de entrada exploráveis
Exposição externa

Do interior

Sonda

Uma sonda leve, instalada no seu ambiente e sob o seu controlo, testa a rede interna como um atacante que já entrou — sem os seus dados saírem do perímetro que autorizar.

  • Segmentação, movimento lateral, escalada de privilégios
  • Mesmo modelo: âmbito autorizado e aprovação humana
Pentest interno
Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.

Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.

Cada ativo descoberto. Cada caminho de ataque, mapeado. Cada exploração, validada.

142ativos no âmbito
78%da execução em curso
< 24hda exposição à evidência
Equipa de segurança a supervisionar uma operação num centro de dados
Aprovação humana · a.reis
O passo que nunca é automático

Em cada ciclo, o controlo é seu.

Todo este processo corre à velocidade da automação — mas as decisões de maior impacto param e esperam por si. A DIANA propõe; a sua equipa aprova. É o que separa autonomia útil de risco descontrolado.

Ver o fluxo de aprovação ao vivo
Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.